Top 10 Girl: Abril 2011

A melhor pílula para obesas, hipertensas e fumantes

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Obesas, hipertensas, diabéticas e fumantes precisam de contracepção diferenciada
As pílulas anticoncepcionais já estão incorporadas à rotina feminina, mas as mulheres que convivem com a obesidade, a hipertensão, o diabetes e o fumo precisam de cuidados diferenciados para escolher o contraceptivo que evita a gravidez.

É fato que a primeira orientação de qualquer médico para as pacientes que estão acima do peso, com a pressão arterial desregulada ou ainda têm o hábito do tabagismo é “pare de fumar, emagreça e controle a hipertensão”.

Mas os ginecologistas sabem que uma parte significativa delas não consegue abandonar estas condições de risco durante o processo de escolher e também da necessidade de tomar a pílula.

“Por isso, a própria Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelece critérios para a prescrição destes métodos de acordo com o perfil das mulheres”, afirma Nilson Melo, presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).
Os hormônios existentes em alguns anticoncepcionais podem agravar as doenças pré-existentes na mulher, explica Melo, e provocar outras doenças ligadas à circulação como trombose, infarto e acidente vascular cerebral. Em outras circunstâncias, como em mulheres com excesso de gordura, as pílulas têm eficácia reduzida.
“Um erro grave e perigoso é que algumas escolhem o anticoncepcional sem o aval médico, vão às farmácias e compram uma pílula que pode não ser a mais conveniente e até perigosa para elas”, alerta o presidente da Febrasgo.
No caso das fumantes, completa a professora de ginecologia e reprodução da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, Ione Barbosa, a cautela deve ser ainda maior.
“Em mulheres com menos de 35 anos que fazem uso de pílula anticoncepcional combinada (dois hormônios, estrogênio e progestágenos) o índice de infarto é de 8 casos em 100 mil mulheres”, diz a médica. “Nesta mesma faixa-etária, fazendo uso do mesmo tipo de pílula, mas também fumando, a taxa de casos sobre para 43 casos em 100 mil.”

Leia: A jovem que sobreviveu ao infarto e à chance só 1% de sobrevivência
Por estas interferências individuais, Ione avalia que a escolha do anticoncepcional é muito particular e precisa ser discutida entre o ginecologista e a paciente. Outra recomendação feita pela médica é: de tempos em tempos, o método contraceptivo escolhido precisa ser revisto. Isso porque, com o passar dos anos, a mulher pode ganhar peso ou desenvolver hipertensão e diabetes, o que exige a mudança dos contraceptivos.
A pedido do Delas, Ione Barbosa e Nilson Melo indicaram os melhores anticoncepcionais para as características de risco que, infelizmente, são crescentes na mulher moderna.

Mulheres com mais de 90 quilos ou com excesso de peso
A obesidade sozinha compromete a fertilidade e pode alterar os ciclos menstruais da mulher, além de desencadear os ovários policísticos. Se ela for só obesa e ponto final, não há impacto na escolha da pílula. “O problema é que, na maioria das vezes, o excesso de peso vem acompanhado por outros problemas, como a hipertensão”, avalia o ginecologista Nilson Melo.
Por isso, a orientação é usar pílulas sem estrogênio, só com progesterona, encontradas no mercado e com eficácia garantida. Outra opção é o Dispositivo Intrauterino (DIU), podendo ser usado ou o DIU com cobre ou DIU com progesterona. As injeções trimestrais também estão liberadas.
Segundo os médicos, os estudos são controversos sobre a eficácia da pílula anticoncepcional combinada (feita com estrogênio e progestágenos) quando usada por mulheres com mais de 90 quilos, independentemente da altura. Por isso, elas não são indicadas. Os adesivos também não.

Mulher com pressão acima de 12 por 8
A hipertensão acomete uma em cada cinco mulheres brasileiras, segundo os dados do Ministério da Saúde, e não precisa vir acompanhada da obesidade. De acordo com os critérios da Sociedade Brasileira de Cardiologia, já é considerada pressão alta as situações em que o aparelho mede mais do que 12 por 8. O uso de pílulas combinadas (dois hormônios) nesta condição não é indicado porque aumenta o risco de trombose e acidente vascular cerebral (AVC).
“Nesse caso, deve-se prescrever a pílula que contém somente o hormônio progestagênio (desogestrel), que ainda evita os efeitos colaterais provocados pelo estrogênio, como náuseas, dores de cabeça, e pode ser usada durante a amamentação”, afirma Nilson Melo. O DIU e as injeções hormonais, desde que prescritos pelos médicos, também estão indicados.

Mulher fumante
Apesar de todos os malefícios do tabagismo, este hábito ainda acompanha 23% das mulheres brasileiras em idade fértil (entre 10 e 49 anos). Os anticoncepcionais hormonais, ainda que em microdosagens, não são indicados porque ampliam o risco de AVC, infarto e outras complicações cardiovasculares. Enquanto não para de fumar, a mulher pode procurar outros métodos contraceptivos, como a camisinha, ou ainda as pílulas feitas só com progestagênio, que são menos maléficas nestas condições.

Mulher com diabetes
Existem dois tipos de diabetes, o 1 e 2. Nos dois casos, o uso das pílulas – tanto as combinadas quanto as de um hormônio só – está liberado desde que o diabetes esteja controlado e que a mulher não tenha nenhuma outra comorbidade, como obesidade e hipertensão. O problema é que, segundo levantamento feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 95% dos portadores desta doença metabólica têm dificuldade em controlar a doença.
De acordo com a professora de ginecologia Ione Barbosa, os endocrinologistas (médicos que em geral cuidam dos diabéticos) devem ficar atentos e, nestes casos, orientar as pacientes a suspender o uso de contraceptivos orais e optar por outros métodos, como a camisinha.

Pílula do dia seguinte para todas elas
A chamada pílula do dia seguinte é um contraceptivo de emergência que deve ser usado em situações como camisinha rompida, sexo sem nenhum tipo de prevenção ou até esquecimento de alguma pílula de uso contínuo da cartela. O presidente da Febrasgo Nilson Melo afirma que todos os contraceptivos de emergência existentes no mercado brasileiro são feitos só com a progesterona e não com estrogênio. Portanto, afirma ele, não são contraindicados para fumantes, obesas e hipertensas
 
Fonte:delas

Entenda os riscos de fazer sexo oral.

Os estudos sobre o sexo oral comprovam que a prática é bem vista pelos brasileiros. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Projeto de Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, 66,8% dos homens e 63,4% das mulheres admitem realizar a modalidade. Mas será que os brasileiros se protegem na hora do sexo oral? "A prática também pode transmitir todos os tipos de Doenças Sexualmente Transmissiveis (DST)", afirma a ginecologista Rosa Maria Neme.

De acordo com a especialista, de cada 10 mulheres que são atendidas no consultório, 7 confessam que não usam camisinha para fazer sexo oral em seus parceiros. Um dado preocupante devido os riscos que o sexo oral sem proteção pode trazer ao organismo. Doenças como herpes, sífilis e gonorreia podem ser facilmente transmitidas a partir da prática. "Uma pequena área lesada permite a entrada de um vírus. E vale lembrar que pequenos machucados na boca são muito comuns", explica o ginecologista e obstetra Linderman Alves Vieira.

Até mesmo o HIV, vírus causador da Aids, pode ser transmitido através do sexo oral, embora as chances de contaminação sejam menores do que quando ocorre a penetração. "O pH da boca (neutro e-ou levemente ácido) e o contato somente com a superfície do pênis ou da vagina diminuem os riscos de contágio. Mas, mesmo apesar de pequeno, o perigo existe", diz a ginecologista Maria Rosa Neme.

Proteção na mulher Os ginecologistas são taxativos ao dizer que a proteção da vagina para a prática do sexo oral é totalmente deficiente. "No caso das mulheres o problema é maior, porque não existe nenhum amparo específico, como há a camisinha masculina, para a prática do sexo oral", diz a ginecologista Rosa Maria Neme.

Mas existe algum jeito de se proteger? "Mesmo a camisinha feminina não vai proteger, então, a dica é utilizar o papel filme (o mesmo usado na cozinha para embalar alimentos) para cobrir a vagina e não existir o contato direto da boca com a pele", diz a especialista. "O papel deve fazer a cobertura de toda a região da vagina. A boca só pode entrar em contato com o plástico, e não com a vulva", ressalta.

Outra dica da ginecologista é usar a camisinha masculina como escudo. "Cortar a camisinha ao meio e colocá-la sob a vulva pode ser uma alternativa. O lado positivo é que elas apresentam sabores e até texturas diferenciadas, fatores que favorecem a utilização", diz.

Proteção no homemOs problemas são menores quando o sexo oral é realizado no homem, pois a camisinha apresenta uma proteção bastante eficiente. "O preservativo impede que a boca entre em contato direto com o pênis, oferecendo a proteção necessária", diz o ginecologista Linderman Alves Vieira.

Mas, vale lembrar que a camisinha deve ser usada para todas as variações da relação sexual . "Existem pessoas que só colocam a camisinha no meio da prática do sexo oral, hábito que anula a proteção. Ela deve ser colocada logo que o sexo passar das preliminares", afirma o especialista.

Os riscos que envolvem o sêmenO contato do sêmen com a boca pode transmitir doenças como a gonorréia. "Se existir alguma lesão na boca, a contaminação das DSTs podem acontecer. O contágio pode ocorrer mesmo quando o esperma não é engolido", afirma a ginecologista Rosa Maria Neme.

Higiene em diaA falta de higienização das partes íntimas sugere um risco de contaminação ainda maior. "Quando o parceiro não apresenta nenhuma contaminação de doenças, como herpes ou sífilis, mas não prioriza a higienização, as doenças também podem aparecer. Infecções por fungos e bactérias, que causam corrimentos e coceiras, são as principais preocupações", diz Linderman Alves Vieira. 

Mistura segura e saborosa
Quem procura sexo oral com sabor, deve dar atenção para produtos específicos para a prática, em geral antialérgicos, que garantem o prazer sem prejuízos. Utilizar alimentos como leite condensado, chantily, mel, entre outros elementos gastronômicos, pode causar irritações e alergias nos órgãos genitais.

Camisinha de língua
Há produtos à venda no mercado, conhecidos como camisinha de língua, mas o aparato não tem função de proteger, e sim a de funcionar como um estímulo para a hora do sexo oral, já que possui textura, sabor e até massageador, "O produto protege apenas a região da língua, deixando o resto da boca vulnerável", explica a ginecologista.  

Prática consciente
Mesmo com tantas considerações, os especialistas afirmam que a prática do sexo oral não precisa ser abolida da rotina. "Toda relação sexual apresenta riscos, o que podemos frisar é que a proteção precisa existir. O sexo com penetração, por exemplo, apresenta diversos riscos de contaminação, mas se realizado com consciência tem os perigos eliminados", afirma Linderman.

Fonte:minhavida

É impossível ser feliz sozinho ?

Foto: Getty Images Ampliar
Interagir com outras pessoas é essencial para o bem-estar, segundo especialistas
“A dor da solidão é uma ferida profundamente perturbadora”, afirma o pesquisador John Cacioppo, professor de psicologia da Universidade de Chicago e um dos mais renomados pesquisadores sobre solidão dos Estados Unidos. A afirmação consta no livro Solidão, recém lançado pela Editora Record, que traz um amplo estudo sobre um ‘estado’ que causa temor em muita gente: ‘o sentir-se sozinho’. “A solidão remete à angústia da separação e faz parte do ser humano temer o desamparo”, comenta a psicóloga do Hospital Samaritano de São Paulo, Luana Viscardi.

Segundo o livro, o isolamento social tem um impacto na saúde comparável ao efeito da pressão sanguínea alta, da falta de exercícios, da obesidade e do cigarro. O estudo que deu origem ao livro utilizou exames de ressonância magnética para estudar as conexões entre isolamento social e atividade cerebral. E o resultado é que, em pessoas mais sociáveis, uma região do cérebro conhecida como estriato ventral ficou muito mais ativa quando elas observavam imagens de pessoas em situações agradáveis. O mesmo não ocorreu nos cérebros de pessoas solitárias. Vale destacar que o estriato ventral é uma região importante para o cérebro, em especial para o aprendizado, ativada por estímulos que os especialistas chamam de recompensas primárias (como a comida) e recompensas secundárias (como o dinheiro). A convivência social e o amor também podem ativar a região.

A dor da solidão é psíquica
Exagero? Que nada! Para Margareth dos Reis, Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e psicóloga do Instituto H. Ellis, de São Paulo, a sensação de vazio provocada pela solidão pode desenvolver sintomas sérios. “Depressão, compulsão por comida e alcoolismo podem entrar nessa lista”, confirma Margareth. Já Luana explica que a dor da solidão não é física, e sim psíquica. “Mas, ao se sentir sozinha, a pessoa pode ser levada à angústia e daí ter reações físicas como tontura, sudorese e coração acelerado”, completa. 

Para tratar o problema, em casos mais amenos, o acompanhamento psicológico pode ajudar. Se o individuo já estiver em um nível mais crônico, apresentando um quadro depressivo, por exemplo, pode necessitar de medicamentos. Isso porque, de acordo com a pesquisa apresentada no livro, os seres humanos são muito mais entrelaçados e interdependentes – em termos fisiológicos e psicológicos – do que se supõe. “O ser humano precisa do contato social, pois isso é benéfico para ele perceber seu potencial, aprender, crescer e trocar experiências”, diz Margareth.

Dificuldade de interagir
No entanto, cada vez mais a conectividade está sob risco. “Há uma enorme oferta de atividades, porém existe uma superficialidade nos relacionamentos”, alerta Margareth. Para ela, quem vive nas grandes metrópoles sofre ainda mais com isso. “As pessoas não conseguem se identificar com as outras, estão sempre reclamando de falta de tempo, vivem na correria e usam isso para justificar a dificuldade de interagir”, acrescenta a psicóloga. Além disso, segundo ela, existem as redes sociais na Internet que conquistam cada vez mais seguidores e, muitas vezes, criam uma ilusão. “Há pessoas que têm uma rede de contato extensa, mas não têm intimidade com ninguém. Se quiser uma companhia para ir ao cinema, por exemplo, não consegue contar com alguém desta lista virtual”, condena Margareth.

Em contrapartida, Luana defende que não dá apenas para enxergar os contatos virtuais de forma negativa. “Tudo depende da forma como cada um utiliza essa ferramenta. Enquanto alguns se fecham neste mundo ilusório, outros usam isso para ampliar trocas e reencontrar verdadeiras amizades.” A superficialidade também está fora do virtual. “Nas grandes cidades, por exemplo, estão todos centrados no trabalho e, após o expediente, nem sempre ocorre esta troca”, destaca Luana.

A versão positiva
John Cacioppo explica em seu estudo que, para um ser da nossa espécie, a saúde e o bem-estar requerem que o indivíduo esteja satisfeito e seguro em seus laços com outras pessoas. Seria uma forma de ‘não se sentir só’. E Margareth acrescenta que um indivíduo solitário não pode se deixar cair nessa rotina empobrecida, de isolamento e confinamento de vida. “Se não reagir logo, a pessoa pode ficar depressiva e indisposta para reverter o caso”, avalia. “Nada substitui a presença de alguém, o contato”, afirma Margareth.

Embora a solidão esteja sempre atrelada a um sentimento negativo, ela também apresenta sua versão positiva. Pelo menos é o que defendem os especialistas. “Se fechar para balanço ou ter um momento de recolhimento é muito positivo para qualquer pessoa”, diz Margareth. Para Luana, este pode até ser um processo doloroso, porém de enorme importância para o crescimento pessoal. “Isso apenas não pode se tornar constante”, lembra Margareth. Segundo a obra, “quase todos sentem as pontadas da solidão em algum momento”. E este sentimento pode ser algo breve e superficial, como ser o último escolhido para uma brincadeira – ou algo agudo e severo -, como a perda de um ente querido. “Este tipo de solidão faz parte da vida de qualquer pessoa”, avalia Margareth.
 
Fonte:delas.ig

Famosas dizem que sexo não é mais importante para suas vidas

Patricia Zwipp

Não considera mais sua vida sexual importante como antes? Pois saiba que não está sozinha. De acordo com um artigo publicado no jornal Daily Mail, da colunista sexual Karen Krizanovich, algumas famosas também pensam assim.
O texto, que discute o motivo de o sexo não ser mais sexy, afirmou que a ex-mulher do ator americano Kelsey Grammer, Camille, disse-lhe que não se preocupava mais com sexo. A atriz americana Courteney Cox, conhecida pelo personagem Monica de Friends, seria mais uma das que teriam falado que o ato não tem a importância de antes. O ex-marido da atriz, David Arquette, revelou após a separação que não faziam sexo havia quatro meses.
A atriz americana Courteney Cox, conhecida pelo personagem Monica de  Friends , seria mais uma das que teriam deixado o sexo de lado. Depois de se .... Foto: Getty ImagesA lista conta ainda com a atriz e cantora britânica Patsy Kensit, que declarou não se sentir como um ser sexual e estava bem com isso. A atriz americana Chloe Sevigny não está interessada em sexo porque seria mais "autoconsciente agora".
Vale lembrar que uma pesquisa com americanas para a revista Fitness revelou que 51% das mulheres ficariam um ano sem transar se isso significasse que poderiam ser magras. Coincidência ou não, todas as celebridades que não se importam com sexo estão com a silhueta em dia.

O casamento de Courtney Cox pode ter acabado por falta de sexo
Foto: Getty Images







Fonte:mulher.terra

Quem paga o casamento ainda é o pai da noiva?

Se tudo for acordardo anteriormente, não rolará stress. 
Foto Aline Machado

Esse é um assunto um tanto quanto delicado e, por isso, os noivos devem decidir todos os detalhes do orçamento antes de começar a gastar. Há sempre uma polêmica quando se trata de quem deve pagar o casamento.
Em famílias tradicionais ainda têm o costume da família da noiva assumir os gastos da cerimônia e da festa de casamento, deixando para o noivo a lua de mel e a casa ou apartamento onde irão morar os noivos. Mas os tempos são outros. As tradições já não são mais regras a serem seguidas. Se a família quiser ajudar, é importante conversar individualmente com cada familiar, para saber como cada um pode ajudar e qual será o orçamento final disponível. Afinal, nesta hora toda ajuda é bem vinda, já que um casamento não é assim tão barato.
Atualmente os noivos possuem total liberdade em decidir como serão divididos os gastos e se preferem bancar toda a comemoração sem a ajuda dos pais. Quando a família não pode ajudar, a divisão do orçamento pode ser dividida entre os noivos.
Para aqueles casais mais independentes financeiramente, comece a poupar uma quantia por mês. Depois de decidir todos os serviços e fornecedores que serão necessários, definam um valor médio para que vocês possam dividir as contas sem surpresas ao final. Você pode ainda envolver os amigos na divisão de funções a fim de diminuir serviços pagos. O mais importante para um casal que vai bancar seu próprio casamento é planejar algo de acordo com o seu bolso.
Depois desta questão resolvida aproveite cada momento da preparação do casamento, apesar de cansativo, será uma das melhores fases da sua vida!

Fonte:zankyou

Saiba se você está se relacionando com um psicopata

Na novela das nove, Insensato Coração, Léo (Gabriel Braga Nunes) está, pela segunda vez, se aproximando de uma mulher para seduzir, conseguir vantagens, enganá-la e depois sumir. De caráter duvidoso e com ciúme doentio em relação ao irmão, ele comete delitos, passa o próprio pai para trás, mente descaradamente e, até já cometeu seu primeiro assassinato. Mas, sua história mais marcante na novela, tem sido em relação ao golpe que deu em Norma (Gloria Pires), e que, agora, está prestes a repetir com Carmem (Nívea Maria) que também deve ser envolvida e passada para trás.
Pois a ficção está trazendo para a telinha uma situação que vem sendo vivida por muitas mulheres na vida real. Elas convivem com um psicopata, sem saber o risco que estão correndo. Deixam que ele a seduza e são manipuladas. Acreditam em tudo que ele diz e depois se vêem passadas para trás. Se você reconhece esta situação em sua vida, de alguma maneira, acompanhe as principais características da doença para saber como identificar o perigo e buscar ajuda:

- Encanto superficial e manipulação
O psicopata gosta de seduzir para  manipular as pessoas. Ele as usa e, quando não lhe servem mais,  descarta-as.Talvez seja esse processo de coisificação a chave para compreendermos a absoluta falta de sentimentos do psicopata para com seus semelhantes, ou para com os sentimentos de seu semelhante.

- Mentiras sistemáticas e comportamento fantasioso
O psicopata utiliza a mentira como uma ferramenta de trabalho. Ele mente olhando nos olhos e com atitude completamente neutra e relaxada. Ele sabe que está mentindo, não se importa, não tem vergonha ou arrependimento, nem sequer sente desprazer quando mente. Sua personalidade é narcisística, quer ser admirado, quer ser o mais rico, mais bonito, melhor vestido. Assim, ele tenta adaptar a realidade à sua imaginação, a seu personagem do momento. Ele pode converter-se no personagem que sua imaginação cria propondo a todos a sensação de que estão, de fato, em frente a um personagem verdadeiro.

3 – Ausência de Sentimentos Afetuosos
O psicopata tem, desde criança, um acentuado desapego aos sentimentos e um caráter dissimulado. Essa pessoa não manifesta nenhuma inclinação ou sensibilidade por nada e mantém-se normalmente indiferente aos sentimentos alheios. Os laços sentimentais habituais entre familiares não existem nos psicopatas. Além disso, eles têm grande dificuldade para entender os sentimentos dos outros, mas, havendo interesse próprio, podem dissimular esses sentimentos socialmente desejáveis. Na realidade são pessoas extremamente frias, do ponto de vista emocional.

4 – Amoralidade
Os psicopatas são portadores de grande insensibilidade moral, faltando-lhes juízo e consciência morais, bem como noção de ética.

5 – Impulsividade
Também por debilidade do superego e por insensibilidade moral, o psicopata não tem freios eficientes à sua impulsividade. A ausência de sentimentos éticos e altruístas, unidos à falta de sentimentos morais, impulsiona o psicopata a cometer brutalidades, crueldades e crimes. Essa impulsividade reflete também um baixo limiar de tolerância às frustrações, refletindo-se na desproporção entre os estímulos e as respostas, ou seja, respondendo de forma exagerada diante de estímulos mínimos e triviais.

6 – Incorregibilidade
Dificilmente, ou nunca, o psicopata aceita os benefícios da reeducação, da advertência e da correção. Podem dissimular, durante algum tempo, seu caráter torpe e anti-social, entretanto, na primeira oportunidade, voltam à tona com as falcatruas de praxe.

7 – Falta de Adaptação Social
Já nos primeiros contatos sociais, o psicopata manifesta uma certa crueldade e tendência a atividades delituosas. A adaptação social também fica comprometida, tendo em vista a tendência acentuada do psicopata ao egocentrismo e egoísmo, características estas percebidas pelos demais e responsável pelas dificuldades de sociabilidade. Mesmo no meio familiar o psicopata tem dificuldades de adaptação. Durante o período escolar, tornam-se detestáveis tanto pelos professores quanto pelos colegas, embora possam dissimular seu caráter sociopático durante algum tempo. Nos empregos, a inconstância é a característica principal.


Fonte pesquisada: blog Psicopatas
Foto: Divulgação/TV Globo