Top 10 Girl: Comportamento
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Mulher cafajeste

Toda mulher já teve um cafajeste para citar na sua biografia. É ou não é? Eles usam, abusam, nos fazem de gato e sapato e, para sorte nossa, caem fora. Afinal, ninguém merece dividir o cobertor com um tipo desses, a menos que tenha vocação masoquista (pior que um monte de mulher tem). Mas existe também a versão feminina da 'flor que não se cheira': a mulher cafajeste. 

Elas estão por aí, nos bares da vida, nos escritórios e nas ruas, prontas para fazer uma vítima a qualquer momento. Lançam charme, se insinuam. Se a presa tiver aquele sinal reluzente no anelar esquerdo, é perfeita! Elas adoram homens alheios. Mas não se prendem a isso, o que importa a elas é a caça. 

A nutricionista Carla Barbosa já cruzou com algumas peças. "Conheço bem o tipo. São mulheres amorais, que não têm pudor, são predadoras mesmo. Tenho uma colega de trabalho que é assim, não tem a menor preocupação com os sentimentos dos outros. Geralmente, escolhe os mais bobos para seduzir. Explora até onde pode e depois dá um pé na bunda do infeliz", conta. 

Com elas não tem essa de sentimentalismo barato. O que importa é saciar um desejo. Uma publicitária que preferiu não se identificar viu o seu irmão cair nas garras de uma famosa modelo e, atriz cheia de projetos. O rapaz era avesso a badalações e flashs. No entanto, a moça o convenceu a posar para uma revista de celebridades. O casal foi capa! "Ela tanto insistiu que ele topou. Todo mundo viu: amigos, família. Na semana seguinte, ela o dispensou e apareceu namorando um ator, com direito a fotos em todos os jornais. Foi um escândalo! E olha que eles namoravam há quatro anos. Foi difícil para ele se recuperar da humilhação", lembra a publicitária.

Elas só querem se dar bem. Homens com potencial de lhes proporcionar benfeitorias são os preferidos. Jantares, festas, presentes, viagens. Ou tudo junto! O negócio é aproveitar o quanto podem. "Eu tenho uma amiga que deu em cima de um homem casado e engravidou. Conseguiu que ele se separasse para casar com ela. Fez ele vender o apartamento que vivia com a ex-esposa, torrou a grana com viagens, silicone, carro zero... E este ano trocou ele por um com mais dinheiro. Assim. Ele até agora não está entendendo o que está acontecendo. Não acredita!", diz a designer Cinthia Pontes.
Pode parecer implicância de mulher. Por isso, fomos trás de quem pode nos revelar de alcova se procede uma mulher ser cafajeste ou se não passa de intriga da oposição. O engenheiro químico Marcos Braga Leite deu seu depoimento: "Estou escaldado com este tipo. Namorei uma menina que eu deixava em casa, me despedia com beijinho e, bastava eu virar a esquina, ela saía com outro", recorda.
Marcos descobriu a vida dupla da moça da forma mais pitoresca. "Estava indo a uma festa e liguei para a casa dela para avisar. A mãe disse que ela ainda não tinha voltado, que pensava que estava comigo. Ficamos desesperados, achando que a garota tinha sido sequestrada. Então fui para lá. Mas quando estou chegando vejo ela aos beijos dentro de um carro na porta do prédio. Fiquei louco. Fiz um escândalo, chamei de piranha, vadia... O cara saiu fora cantando pneu, a mãe dela desceu e eu fui embora dizendo que nunca mais queria olhar pra ela, uma cafejeste", lembra ele.

Agora, a pergunta que não que calar: o que leva uma mulher a agir assim? A psicóloga Vera Soumar dá uma pista: "Tudo começa na personalidade. Esta forma de ser é reflexo de um caráter. Essas mulheres não surgiram agora, sempre existiram. No entanto, eram reprimidas. Com a liberação sexual e a independência financeira, elas puderam ser elas mesmas. Assumir essa postura sem medo da sociedade. Em parte, pode ser também uma forma de vingança, já que conseguem usar os homens sem se envolver emocionalmente".

Vera ressalta que os homens ditos cafajestes contam, ainda hoje, com a "benção da sociedade". "Os cafajestes são uma instituição, é normal, a própria mulher tolera", diz Vera. Cafajeste ou não, mulher é mulher. E, segundo a psicóloga, não faz parte do instinto feminino agir dessa maneira. "Um dia ela vai acabar se envolvendo com alguém, e essas atitudes perante os homens e a vida acabam sendo revistas", comenta. Os céticos, como Marcos, têm uma explicação para a redenção das cafajestes: "Tenho certeza que ela vai encontrar alguém que faça a mesma coisa com ela". E vocês, o que acham disso? 

Sutiãs que dão volume aos seios tornam as mulheres mais confiantes


Sutiãs com efeito push-up tornam as mulheres mais confiantes. Foto: Getty ImagesOs seios realmente mexem com a autoestima feminina. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Manchester, na Inglaterra, sutiãs com efeito "push-up", que conferem mais volume, tornam as mulheres 75% mais confiantes. Os dados são do jornal Daily Mail.
Os cientistas, liderados pelo professor de psicologia Geoff Beattie, analisaram o comportamento de voluntárias entre 20 e 55 anos que não haviam lançado mão de cirurgias plásticas nas mamas. Para isso, utilizaram 60 gravações delas em três diferentes interações diárias, com o sutiã turbinado e com um de modelo comum.
Sorrir, um item que representa emoção positiva e segurança, aumentou 73% quando as mulheres estavam mais avantajadas. Evitar o olhar e quebrar contato visual, características normalmente associadas com baixos níveis de confiança, diminuíram 41%. E movimentos de mãos comuns de quem está desconfortável com a situação, como acariciar o queixo, caíram 64%.
"Minha esperança é que esta pesquisa possa desencorajar as mulheres de procurar por soluções mais drásticas para melhorar a confiança, como o aumento do seio, porque prova pela primeira vez que o que elas usam pode afetar positivamente o seu comportamento", disse Beattie. O estudo foi encomendado pela marca Gossard para o lançamento do sutiã Super Egoboost.

fonte: mulher
Patricia Zwipp

Diferenças entre eles e elas são maiores do que se imaginava

Foto: Thinkstock
Em ao menos 70% dos casos as personalidades de um homem e de uma mulher não batem
Homens são de Marte e mulheres são de Vênus? A ideia, fortemente ancorada no senso comum, de que pessoas de gêneros diferentes sempre terão problemas para se entender, ganhou respaldo científico. Um estudo realizado em parceria pelas universidades de Turim, na Itália, e de Manchester, na Inglaterra, e publicado na última quarta-feira (11), dá conta de que em, no mínimo, 70% dos casos, as personalidades de um homem e de uma mulher não batem.
“A principal descoberta do estudo é que quando você mede as diferenças de personalidade entre gêneros no nível certo, com as melhores técnicas para reduzir a margem de erro, essas diferenças são muito grandes”, explica Marco Del Giudice, principal responsável pelo projeto que leva o título de “A distância entre Marte e Vênus: medindo as diferenças de personalidade globais entre os sexos”. “Isso vai contra o consenso atual no campo de estudo da personalidade”, acrescenta.
De acordo com a pesquisa, que foi feita com dez mil voluntários dos Estados Unidos, os homens descrevem a si mesmos como mais emocionalmente estáveis, pragmáticos e dominantes, mas menos confiáveis. As mulheres se vêem como mais acolhedoras, inseguras e sensíveis. Traços como perfeccionismo, abstração e entusiasmo, por exemplo, não variaram entre os sexos.

Para Paul Irwing, outro pesquisador envolvido, o medo de algumas pessoas em assumir tais diferenças é compreensível. “Elas não querem arriscar o avanço das mulheres no mercado de trabalho e no acesso a educação”, diz.
Ele, no entanto, discorda que os resultados possam levar por este caminho. “Os avanços sociais não serão influenciados pela ciência, as únicas consequências (em não se assumir diferenças) são danos para a própria ciência”, constata.

A doutora em psicologia Rosiska Darcy de Oliveira é autora do livro “O Elogio da Diferença”, que trata justamente da importância em admitir as diferenças entre os sexos. “Não é preciso uma pesquisa para provar que homens e mulheres são diferentes”, diz, quando perguntada sobre os resultados do estudo. Ela explica: “homens e mulheres são obviamente diferentes em função da história, das vidas que levam e das experiências que têm”.

Os 5 tipos de homem para evitar em um encontro

o homem que investe, consegue o que quer e vai embora é um dos que devem ser evitados. Foto: Getty Images o homem que investe, consegue o que quer e vai embora é um dos que devem ser evitados
Foto: Getty Images

Quando a mulher recebe um convite masculino para sair, não pode prever como será o encontro, tampouco como será a relação daquele momento em diante. O site Yourtano listou cinco tipos de homens que devem ser evitados; veja a seguir. 
Homem relâmpago
É difícil detectar este tipo de homem que investe, consegue o que quer e vai embora. Ele é confiante, sensual, tem cabelos perfeitos e um cheiro sedutor. Este perfil masculino também, geralmente, tem um corpo definido e uma incrível capacidade de deixar a mulher atraída. Pensar que desta vez será diferente e que a relação é especial só irá dificultar a superação quando ele partir. Mesmo que a mulher esteja disposta a se envolver, sabendo que não haverá mais do que uma noite, pode se magoar.

Don Juan
Este tipo é o mais frustrante. Ele demonstra querer um relacionamento, quando na verdade não tem interesse em compromisso. A ação do Don Juan é tão sutil que pode até deixar a mulher confusa sobre o que ele realmente quer. Este homem é muito intenso no início, mostra muita paixão e dá total atenção à mulher. No entanto, basta ele perceber que conseguiu conquistá-la para perder o interesse. Então, ele se afasta.

Bandeira vermelha
O homem bandeira vermelha atrai as mulheres justamente pelas características que deveriam afastá-las. Ele é atraente e misterioso, mas sempre guarda um segredo desagradável. Por vezes, este tipo masculino é casado, comprometido ou envolvido com algum tipo de crime.

Grande potencial
Este homem não é muito certo, mas tem potencial. Talvez ele beba demais ou não tenha um emprego, mas no fundo é uma boa pessoa. A mulher, então, se propõe a melhorar o homem, porém, transformar alguém pode não ser tão fácil. As cobranças e pressões fazem com que o parceiro se afaste e procure uma pessoa que o compreenda e aceite como é.

Perfeitinho
No primeiro encontro, a química acontece e a mulher acaba por olhar para o homem como se ele fosse um doce apetitoso. Ele faz com que a mulher se apaixone, com atitudes meigas e delicadas, mas não retribui o sentimento. Até que em um determinado momento, a mulher descobre alguma atitude suja dele e fica confusa sobre como o homem tão perfeito e bonzinho pôde fazer aquilo com ela.

Fonte:mulher

08 indícios de que você está amando demais

Fazer tudo o que o homem quer pode ser sinal de amor em excesso. Foto: Getty Images Fazer tudo o que o homem quer pode ser sinal de amor em excesso
Foto: Getty Images

Existem mulheres que acreditam que amar significa se doar, submeter e aceitar. Por vezes, o sentimento pelo parceiro passa por cima do amor próprio. O problema de agir assim, além de não ser saudável, é a dependência que a mulher cria em relação ao homem. Mas, como saber o limite entre o ideal e o amor excessivo? O site Madame Noire fez uma lista de oito indícios de que a mulher está amando demais o parceiro; veja a seguir. 
 
Você faz demais por ele
Se o parceiro reclama de alguma coisa, lá está você a arrumar o travesseiro dele ou ajeitar as coisas para deixá-lo satisfeito. Você passa horas fazendo a comida favorita dele, cuida e assume papel de mãe em relação ao parceiro. Se estas características fazem parte dos seus atos no relacionamento, sem dúvida, você está amando além da conta e vai passar de namorada à empregada do parceiro.

Coloca o parceiro em um pedestal
Durante séculos, as mulheres foram ensinadas a acreditar que o homem é superior a elas. Essa crença, por vezes, continua a fazer parte das mulheres contemporâneas. No entanto, colocá-lo no pedestal encherá o ego do parceiro e fará com que ele sinta os seus desejos mais importantes do que os da mulher e demias pessoas.

Sacrifício do próprio círculo social
Uma das piores coisas que a mulher pode fazer é começar a rejeitar os convites dos amigos por medo do que o parceiro possa pensar. Se ela acha que ele sentirá sua falta, sugira que o parceiro participe também do programa sugerido. Se você apenas liga para os amigos quando não está com ele ou desliga o telefone quando o parceiro aparece, provavelmente, perderá várias amizades. Diante de problemas na relação, são os amigos que podem dar apoio e conselhos, portanto, quando a mulher se priva deste direito, constrói um relacionamento pouco saudável.

Você se concentra nos objetivos dele
Uma coisa é torcer pela felicidade do outro, mas abandonar os próprios objetivos em função dos desejos do parceiro não está correto. Colocar os sonhos em segundo plano pode torná-los mais inalcançáveis. Além disso, em certo momento do relacionamento, a mulher pode se sentir infeliz e culpar o homem por tê-la feito desistir do que queria.

Tentar agradá-lo o tempo inteiro
Se você está constantemente tentando agradar o parceiro e atende cada desejo, ele acabará por perder o respeito e exigir sempre mais para ficar satisfeito. É comum algumas mulheres concordarem com o homem, mesmo sabendo que ele está errado, só para deixá-lo contente. Se você sempre assume a culpa e arrependimento em uma briga, mesmo sem concordar, acabará perdendo o respeito próprio. Ao contrário do que possa parecer, concordar com tudo não é prova de amor.

Fazer sexo contra a vontade
Pensar que um homem ama uma mulher quando tenta fazer sexo mesmo contra a vontade dela é um erro. A mulher, provavelmente, se sentirá usada e abusada, se depois de inúmeras vezes dizer ¿não¿ se submeter ao sexo. As relações sexuais devem ser uma expressão de amor, não um dever. O motivo de os homens desejarem mais sexo do que as mulheres não justifica o desrespeito. Ele tem tudo, você nada
Quando a mulher constantemente empresta dinheiro para o homem comprar alguma coisa ou o presenteia demais e acaba ficando com nada, existe algo errado. É importante que o casal conquiste coisas juntos e que os dois fiquem satisfeitos. Se o ato de presentear é constante, precisa ser recíproco.

Não impor limites
Algumas mulheres deixam os homens fazerem coisas que elas não concordam, como por exemplo, convidar um amigo para passar alguns dias no sofá da sala da casa do casal. Ceder um pouco faz parte do relacionamento, mas agir sempre com o coração mole diante de qualquer pedido do parceiro só trará ressentimentos no futuro. Estabelecer limites é necessário.

Mulheres pensam mais em comida do que em sexo, diz pesquisa

Muitas mulheres se esforçam e se dedicam mais a uma dieta do que a manter a vida amorosa saudável. Foto: Getty Images

Muitas mulheres se esforçam e se dedicam mais a uma dieta do que a manter a vida amorosa saudável
Foto: Getty Images

Michelle Achkar
Que manter o corpo em dia é um dos principais objetivos da vida moderna, todos sabem. Mas o que uma pesquisa constatou é que muitas mulheres se esforçam e se dedicam mais a uma dieta do que a manter a vida amorosa saudável. Quinze por cento afirmaram considerar fazer dieta mais importante do que se preocupar sobre como vão as coisas com o companheiro. As informações são do site Female First.

Mais de um terço disse pensar mais no assunto do que no parceiro e mais da metade pensa mais em comida e em suas restrições do que em sexo. O levantamento foi feito pelo Instituto Atkins, do médico Robert Atkins, que criou um dos métodos de emagrecimento mais conhecidos do mundo: a dieta com baixo consumo de carboidratos e a liberação de carnes e gorduras.

A dedicação ao plano de emagrecimento é mais importante até do que a fidelidade ao parceiro: 10% disseram que sentiriam mais culpa em burlar o plano alimentar do que devido à infidelidade conjugal.

A nutricionista chefe do instituto Linda O´Bryne disse ao site que as dietas de emagrecimento são algo nas quais as pessoas pensam o tempo todo em vez de se transformarem em parte do estilo de vida de cada um.
A pesquisa ainda mostra que o principal motivo para começar uma dieta é ficar em forma para o verão. Outra parte revelou ter iniciado um plano de emagrecimento devido a comentários maldosos feitos sobre suas figuras.
Fonte:mulher

Ser mandona compromete vida amorosa, diz pesquisa.

Uma pesquisa aponta que as mandonas no lar ficam até 100 vezes mais tempo sem fazer sexo. Foto: Getty Images Uma pesquisa aponta que as mandonas no lar ficam até 100 vezes mais tempo sem fazer sexo
Foto: Getty Images

Michelle Achkar
Assumir a liderança e tomar todas as decisões a respeito da casa e da vida familiar não tem nada de errado, mas pode comprometer a vida amorosa. Uma pesquisa aponta que as "mandonas" no lar ficam até 100 vezes mais tempo sem fazer sexo do que as que costumam dividir as decisões com os companheiros. As informações são do site do jornal inglês Daily Mail.

O levantamento foi feito com mulheres em seis países da África, divididas em dois grupos: as que conduziam tudo sozinhas e as que discutiam e tinham a participação dos homens no planejamento e execução de tarefas, que incluem a definição do orçamento familiar semanal ou mensal, compras, visitas a amigos, consultas médicas, entre outros itens.

"Quanto mais decisões a mulher tomou sozinha, maior foi o tempo sem sexo, que aumentou de três a 100 vezes", disse Michelle Hindin, professora da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, em Baltimore, Estados Unidos.

No entanto, os pesquisadores alertaram que a diminuição na frequência sexual também pode ser uma decisão das mulheres. Eles consideram que pode ser uma consequência do estilo mandão das parceiras, que poderia intimidar os homens, mas também uma atitude delas, que nem no quarto querem perder o controle e por isso não cedem à paixão.

Fonte:terra

Trocar de roupa na frente dos filhos: como proceder?

Trocar de roupa na frente dos filhos

A intimidade entre mãe e filho é algo único. O amor e a vivência que os dois partilham são experiências importantes que trazem uma relação saudável entre a família.

Mas até que ponto os pais devem se trocar na frente dos filhos? E tomar banho junto, é bom ou ruim pra criança? Se ela perguntar sobre as partes do corpo, como agir?

Para responder a todas essas e outras dúvidas conversamos com a psicóloga Penélope Ximenes que nos esclareceu com depoimentos bem simples sobre essas situações tão comuns, que podem se tornar uma ferramenta importante para o futuro da criança.

Sobre se trocar na frente dos filhos a psicóloga explica: "É comum que aconteça, mas isso vai depender muito da cultura e valores dos pais, porém, sabe-se que se os pais tratam com naturalidade, a curiosidade vai ser bem menor e a procura por informações fora do lar também". A prática do banho também é bem habitual: "Sim, pois muitos pais consideram tanto como um momento de descontração quanto uma chance de observar se a criança está se higienizando de forma adequada".

Porém sabemos que as crianças de hoje em dia são muito mais precoces do que antigamente. São inteligentes e perspicazes. Quando questionarem sobre as diferenças corporais, qual a maneira correta de agir? A especialista conta: "Deve-se encarar isso de forma natural, pois é uma pergunta que sempre irá surgir. Se desde pequena a criança já tem esse contato, ou seja, com os pais que trocam de roupa naturalmente na frente da criança ou tomam banho juntas, muitas dessas dúvidas já foram tiradas ou a criança já percebeu sozinha. Em relação à nomeação dos órgãos sexuais, depende dos valores e cultura de cada família, mas se a família resolver nomear com os nomes não corretos, vale ressaltar que quando ela for mais velha vai saber do nome correto".

Esse passo de amadurecimento pode trazer muitos benefícios: "A criança vai iniciar sua aprendizagem sobre sexualidade na sua própria família e pode sentir mais liberdade para relatar suas experiências, garantindo de certa forma a segurança sexual de um adolescente e futuro adulto.

Sobre os problemas com essas duas práticas, Penélope é bem clara: "O único trauma que pode ser causado é se no momento do banho ocorrer algum ato de abuso do adulto com a criança, fora isso, está liberado". E também nos desperta outro ponto importante:

"Se o adulto perceber que a criança já consegue fazer essa atividade sozinha deve permitir, sempre se colocando à disposição e supervisionando o que está acontecendo, porque tanto tomar banho sozinho quanto se trocar é um treino para despertar a autonomia da criança que é essencial para a sua vida. Portanto, papais e mamães ‘corujas’, cuidado na hora de separar o necessário do excessivo.

Na verdade, não existe idade adequada para interromper o processo, mas como conta a psicóloga, a criança que passar pela fase da adolescência não vai mais querer se trocar e muito menos tomar banho na presença dos pais. Porém, a fase que passou serve de esperança e abertura para que o filho se sinta à vontade para conversar sobre assuntos diversos com a família, o que é de extrema importância.

Fonte:vilamulher

O que significa cada beijo

Se tiver dúvidas sobre o que pode querer dizer cada beijo, veja as nossas dicas.

Beijo selo - Leve, discreto, subtil. Um simples encosto de lábios e fica no ar a promessa de que muitos outros beijos virão, num futuro próximo.

O que significa cada beijoBeijo molhado ou prolongado - Significa paixão. Muita paixão. Muitas coisas por se dizer, muito para dar...ele seguramente quer mais.

Beijo de língua - Pode ter vários significados. Se as línguas se encostam pouco dá a entender que é um convite para algo mais. Se houver uma dança de línguas, o desejo sexual está implícito.

Beijo com mordida - Sugere divertimento com uma pontinha wild. As mordidas nos lábios são sensuais, assim como na orelha, mas atenção às ideias mais vampirescas...

Beijo contra a parede - Colocar alguém contra a parede significa muita paixão, desde que não seja violento demais.

Beijo à cinema -Com a cabeça para trás, este beijo muito show off. Tem de perceber se há intenções sérias ou se é um beijo superficial, só mesmo para inglês ver.

Fonte:mulher

Eles também usam

Pelo visto, o manifesto a favor do retorno dos homens de barba não surtiu muito efeito. De acordo com nova pesquisa realizada na Inglaterra, os metrossexuais estão muito longe de serem uma raça em extinção.
Os resultados surpreendentes surgiram quando a marca de eletrônicos Dixons realizou um estudo para descobrir que aparelhos os homens normalmente levam em suas bagagens. Constatou-se que além dos comuns, como celulares e iPads, outros menos esperados no universo masculino, como secadores de cabelos e até pranchas alisadoras, são obrigatórios nas malas dos rapazes.

Pesquisa britânica revela os cinco acessórios de que os homens vaidosos não abrem mãoDois mil homens participaram do questionário que revelou ainda que eles não viajam sem aparelhos para fazer ginástica. "Estamos vendo cada vez mais os homens que entram em nossas lojas para comprar produtos essenciais poucos minutos antes de embarcar para uma viagem como secadores de cabelo e pesos. Muitas vezes eles acham que as namoradas não irão notar", comentou Daryl Humphries, dono da cadeia de lojas.

O resultado final da enquete listou os cinco acessórios que os metrossexuais não abrem mão na hora de viajar: secador de cabelo, pranchas alisadoras, pesos para musculação, produtos para cuidados com a pele como barbeador e em último lugar fones de ouvido.

A fase morena da ex-loira do Tchan

A versão morena de Sheila Mello
Sheila Mello, 33 anos, nasceu loirinha, mas deu uma mão para o destino ao clarear ainda mais o cabelo em busca do título de “Loira do Tchan”, em 1998. No palco do “Domingão do Faustão” a dançarina derrotou centenas de platinadas de farmácia e ganhou o direito de substituir Carla Perez no grupo de axé “É o Tchan”. Na época ela tinha 19 anos e o tom dos fios era claríssimo. O loiro chapado foi ganhando outras nuances ao longo do tempo e ficou mais natural. Coisa que ninguém poderia imaginar, porém, é que a loira do Tchan se tornaria morena.

Responsável pela transformação de Sheila, o cabeleireiro Márcio Granado, do salão C.Kamura, diz que o receio da cliente sempre impediu uma atitude mais ousada com relação ao próprio visual. “Até que um dia ela me ligou e disse que gostaria de escurecer o cabelo. Na hora eu tomei um susto”, conta.

É verdade que não foi fácil tomar coragem. O vai não vai persistiu até o último minuto. “Então eu disse que aplicaria um tonalizante. Se ela não gostasse, voltaríamos com a cor antiga sem dano ao cabelo”. Sheila topou e acenou um adeus definitivo aos anos 90.

“Luz na passarela que lá vem ela”
A música tema do concurso acompanhou Sheila Mello por muitos anos. “Já era hora de mudar”, analisa Granado. “Ela se casou [com o nadador Fernando Scherer] e está tocando a carreira de atriz. Acho que precisava dessa transformação no visual. Apesar de bacana, essa coisa de gostosona do Tchan sempre foi muito forte. Outras coisas foram acontecendo e ela amadureceu”.

Foto: Arquivo pessoal 
Em cartaz no teatro com a peça “O Auto da Barca do Inferno”, Sheila Mello adota novo visual
Duas semanas após escurecer o cabelo, Sheila ainda estranhava sua imagem no espelho. “Eu olhava e pensava que estava de peruca”, ela conta. E se o estranhamento demorou a passar, a sensação de fios tratados foi instantânea. “Senti que o cabelo ficou hidratado. O loiro é bem mais agressivo”. Márcio entrega nome e marca do tonalizante de Sheila: loiro escuro da Keune. “Eu gosto porque colore e trata ao mesmo tempo. Ela me ligou alguns dias depois falando que adorou a textura do cabelo”.

Apesar de ter aprovado o novo visual, o marido ainda não decidiu qual versão prefere da mulher. Sheila, no entanto, responde sem hesitar: “prefiro loira”, e ponto. Mas antes de voltar aos fios platinados, ela avisa: “ainda quero passar pelo ruivo”.

Granado acha graça e diz que mudar é como pular do trampolim: você quer, mas tem medo, e depois gosta.
Foto: Arquivo Pessoal / Agnews 
Loiríssima no começo da carreira, ela posa ao lado dos dançarinos Jacaré e Scheila Carvalho; e recentemente com o marido Fernando Scherer

Fonte: delas

Sites de infidelidade chegam ao Brasil

“As mídias sociais testam nossa definição de infidelidade”. A frase dita pela pesquisadora americana Pamela Haag retrata os novos limites a serem discutidos pelos casais sobre as tentações que o meio on-line oferece. Pode estabelecer contato com o ex-namorado no Twitter? E acessar as fotos da vizinha bonitona no Facebook, pode? Porém, todas essas questões parecem banais diante de um movimento que começa a ganhar a internet brasileira. Sites internacionais de sucesso estão desembarcando no Brasil para ajudar mulheres e homens casados a encontrarem parceiros para casos extraconjugais. E o negócio é sério mesmo.

Os interessados em trair se cadastram e criam uma página onde detalham suas características físicas e preferências gerais. A opção de colocar fotos próprias (discretas ou mais saidinhas) é do usuário. Com o perfil montado, a “caça” começa. E como nos bares e boates focados em provocar a paquera, homens pagam para entrar, mulheres não.



Foto: Divulgação
Ohhtel oferece uma maneira discreta de ter um caso
“Nós somos uma opção ao divórcio. Queremos que as pessoas mantenham seus casamentos”. Com esse argumento aparentemente contraditório, Lais Ranna, vice-presidente de operações do site Ohhtel para o Brasil, define a proposta da sua empresa. A executiva diz que o serviço, que começa a funcionar nesta segunda-feira (11), é uma alternativa para os casais que não querem se separar, apesar da vida sexual possivelmente fria e insatisfatória. “É uma maneira segura e confidencial de ter um caso, sem enfrentar os riscos de procurar isso num bar, no Facebook ou no trabalho”, completa.

De acordo com Laís, apenas nos Estados Unidos há 1,3 milhões de usuários cadastrados no Ohhtel, sendo 68% de homens e 32% de mulheres. Ela está otimista quanto à possibilidade de sucesso do serviço no Brasil. “Nós queremos atingir 300 mil usuários nos primeiros meses”, prevê a executiva, que não teme ser acusada de incentivar a infidelidade. “Nós não inventamos a traição. Ela existe desde que o mundo é mundo. Nós podemos ser acusados disso tanto quanto o Facebook ou os bares”, argumenta.

Na mesma linha do Ohhtel, o holandês Second Love já tem sua versão verde-amarela desde o último mês de maio. “Temos por volta de 31 mil usuários cadastrados e estamos muito otimistas com a adesão do público brasileiro”, revela a porta-voz do site, Anabela Santos. Ainda não há um dado fechado sobre a faixa etária dos assinantes locais, mas nos outros países ela fica entre 35 e 49 anos.


Foto: Divulgação
Como o próprio nome diz, o Second Love oferece uma segunda opção para aqueles que não aguentam mais a rotina do casamento, mas também não querem se separar


Anabela também recusa a ideia da empresa ser uma patrocinadora de casos extraconjugais. “O flerte acontece em todo o lugar, só o trouxemos para o mundo online. A opção de ir além de um simples bate-papo virtual é de cada usuário”, pontua.
E a tendência só cresce. Famoso internacionalmente, o americano Ashley Madson gaba-se por contabilizar 7,8 milhões de usuários. Pois ele também está vindo para o Brasil e deve lançar seus serviços ainda este ano, em agosto.


Foto: Divulgação
Ashley Madson desembarca no Brasil em agosto e promete abocanhar boa fatia do mercado
Vale lembrar que a travessura tem um custo – pelo menos, para os homens. O Second Love cobra uma mensalidade de R$69,90, já o Ohhtel, um pouco mais barato, fixa o valor mensal em R$60. O Ashley Madson ainda estuda o valor que será cobrado no Brasil. A idade mínima para participar de todos eles é 25 anos.

As relações estão mudando?
Para a psicanalista e pesquisadora Regina Navarro Lins, que no Delas assina a coluna Questões do Amor, tais sites apenas refletem uma mudança comportamental que vem acontecendo desde a década de 70 e que está provocando o declínio do chamado amor romântico. “Esse tipo de amor prega a fusão entre os amantes, que os dois vão se transformar num só, que um só terá olhos para o outro, que quem ama não transa com mais ninguém, que não sente desejo por mais ninguém. Uma porção de mentiras”, analisa Regina. 
“Atualmente há uma grande busca pela individualidade entre as pessoas. Com isso, o amor romântico está saindo de cena e está levando com ele uma das suas características básicas, que é a exigência da exclusividade sexual”, prossegue a psicanalista. “As pessoas não deveriam se preocupar tanto com a fidelidade. Elas só deviam responder a duas perguntas. Me sinto amado? Me sinto desejado? Se a resposta for ‘sim’, o que outro faz quando não está comigo não é da minha conta”, finaliza Regina.

O psicólogo Oswaldo M. Rodrigues Jr., do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex), não acredita que estes sites incentivem a traição. “A pessoas que usam esse serviço já tinham o desejo de trair. Elas fariam isso de qualquer forma”. Ele ainda lembra que se o caso extraconjugal for de conhecimento do marido ou da esposa, não pode ser considerado como traição de fato. “Tudo depende do tipo de acordo que tem o casal”, pondera o especialista.

Parece que está ficando cada vez mais difícil ser fiel. Com tanta oferta, só não trai quem não quer.  

Fonte:delas

O que faz a relação acabar antes de virar namoro

Casal na praia
O que você deve fazer para não perder o gato no começo da relação
Foto: Dreamstime

Está cansada de perder os homens antes mesmo de conquista-los? Nada de meter os pés pelas mãos e acabar com um caso promissor antes de virar namoro. Por isso, evite estes deslizes!

Discagem direta
Ligar diversas vezes ao dia para o novo amor? O risco que corre é de fazer o cara se sentir sufocado, pois não dá nem tempo de ele ter saudade.

Acorrentado
Armar situações-cilada para apresentar o querido aos pais, forçar a barra para torná-lo íntimo da família... Isso pode levar o gato a pensar que você quer ir para o altar em breve. Deixe a aproximação acontecer naturalmente.

Paixão declarada
Logo nas primeiras semanas, você diz "Eu te amo", escreve "Eu te amo", manda mensagem no celular com a frase "Eu te amo". O melhor é demonstrar, de uma forma mais sutil, que está gostando dele. Vale falar, por exemplo: "Adoro sair com você", "Me divirto ao seu lado". Se o namoro rolar, você terá todo o tempo do mundo para se declarar.

24 horas no ar
A qualquer momento do dia ou da noite você está disponível. Desmarca compromissos com as amigas, desaparece da academia, falta na faculdade só para estar com o gato sempre que ele quiser... Tudo errado. Homens tendem a fugir de garotas que passam a viver em função deles.

Mamãe noel
Você vive comprando presentes para o fofo. Não deve. A não ser que ele faça aniversário. Mesmo assim, é proibido gastar uma fortuna.

Fonte:mdemulher

Mulheres magras recebem maiores salários, diz estudo

Estudo indica que as mulheres mias magras são mais bem recompensadas financeiramente. Foto: Getty Images Pesquisa mostra que as mulheres mais magras são mais bem recompensadas financeiramente
Foto: Getty Images

Um polêmico estudo publicado pelo site Aol Healthy Living deve deixar muitas mulheres bravas ao redor do mundo. A pesquisa associa o peso corporal à renda mensal de pessoas do sexo feminino e conclui que as mulheres mais magras são as que têm os salários mais altos.
A investigação incluiu cerca de 24 mil participantes, entre homens e mulheres, e constatou que as mulheres mais magras ganham cerca de 22 mil dólares a mais, quando comparadas às suas colegas que mantêm um peso médio.

Entretanto, a equação não é a mesma quando se fala do sexo masculino. Muito homens magros recebem menos do que os parceiros de peso médio, sendo que boa parte é até recompensada à medida que os quilos na balança vão aumentado.

A internet banalizou o "feliz aniversário"?

Esquecer o aniversário de um amigo costumava ser algo descomplicado. A desculpa era pedida e a gafe, perdoada. Mas entre as muitas mudanças trazidas por redes sociais como o Facebook, o calendário de aniversários também trouxa controvérsia aos antigos costumes.

“Eu costumo esquecer datas, mesmo quando se tratam de pessoas muito queridas”, diz Marcella Ruble, uma advogada de Los Angeles. “Sempre dependi de minha mãe para me lembrar de aniversários, e agora o Facebook faz esse papel.”

Sem falar no papel de cartão de ‘parabéns’. “O que aconteceu com os cartões de ‘feliz aniversário’”?, pergunta Pam Koner-Yohai, fundadora da ONG contra a fome Family-to-Family em Hastings-on-Hudson, Nova York. “As pessoas ficam tão satisfeitas consigo mesmas por se lembrarem de dar um ‘parabéns’ genérico, mas isso é parte desse movimento de distanciamento dos relacionamentos. E o aniversariante escreve de volta: ‘obrigada por se lembrar’. Mas ninguém lembrou”.
Alguns internautas consideram que receber uma avalanche de felicitações de aniversário é docemente nostálgico, uma viagem de volta à época da escola, com bolinhos na sala de aula e um coro de parabéns. Para aqueles que seguem os lembretes, há o benefício adicional de parecerem atenciosos.
Sem graça
Mas há os que lamentam o recurso.
“O Facebook tirou toda a vida dos aniversários”, diz Inga Treitler, uma antropóloga de Knoxville, Tennesse. “Eu não quero receber ‘parabéns’ sem sinceridade, e estou me agarrando à idéia de que as pessoas realmente sentem o que dizem. Receber os cumprimentos pelo Facebook é impessoal, mas há algo pior: ele se torna competitivo. Se você dá os parabéns, quer receber crédito por isso. Se você recebe, pode se vangloriar de suas toneladas de amigos. É tudo para alimentar o ego”.

Agradecimentos
De fato, os agradecimentos após um aniversário no Facebook com freqüência se parecem mais com um discurso de agradecimento de Sally Field no Oscar. “Eu me senti surpreendemente querido e contente, mesmo sabendo quão pouco sentimento as mensagens requerem” diz Jordan Lyon, uma psicóloga de Seattle.

O marido dela tomou um outro caminho.

“Eu parei de desejar feliz aniversário pelas redes sociais e até de checar os avisos de aniversário”, diz Aaron Lyon, pesquisador da University of Washington em Seattle. “Voltei para meu método antigo de simplesmente tentar lembrar as datas e fazer algo um pouco mais pessoaI para que as pessoas saibam que me importo. Mandar uma mensagem de texto, por exemplo.”

Fonte: delas

Por que os adesivos “Família Feliz” fazem tanto sucesso?

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Foto: Amana Salles / Fotoarena Ampliar
A "família feliz" original: o designer Germano mostra, com a mulher e o filho, o adesivo que detonou a febre
Mesmo sem nunca ter visto o carro parado à frente, dá para saber que a família dona daquele veículo é formada por um casal, três filhos, cachorro e papagaio. Aliás, em muitos semáforos do País é bem provável que não seja apenas um veículo que traga uma história pessoal estampada na lataria. Os adesivos “Família Feliz”, inventados pelo designer Germano Spadini, 31, proprietário da Job Adesivos, tomaram conta das ruas. Mas por que a ideia deu tão certo?

“Acho que houve um apelo sentimental. Para muitos, a família é um motivo de orgulho. É a única explicação que eu vejo”, opina Germano, que diz jamais ter imaginado que o negócio cresceria tanto. “Eu não fiquei rico, muito menos milionário. Não dá para competir com a pirataria, mas devo admitir que vendemos muitos adesivos.”
Demonstração de afeto
A doutora em psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) especialista em família, Ceneide Cerveny, concorda com a ligação sentimental que há entre os ocupantes do carro e os adesivos. Ela acredita que o principal motivo para se aderir à moda é o orgulho de exibir os familiares.

“Pesquisas mostram que o brasileiro valoriza muito pertencer a uma família, a um lar. Esta foi a forma encontrada de se mostrar isso. Outra razão seria a busca por diferenciação que a sociedade demonstra cada vez mais. Muitas pessoas precisam achar uma maneira de ser diferente e personalizar o carro é um caminho.”
Para a psicóloga, psicodramatista e terapeuta familiar Marina Vasconcellos as crianças influenciaram bastante o sucesso do produto. “Os adesivos são bonitinhos e os filhos adoram ver seus pais, irmãos e bichos de estimação. Acaba virando uma grande diversão para a família.”

Outra razão apontada pela psicóloga é a exteriorização do afeto. Muitos desejam mostrar que se importam com a relação. Como casais de namorados com corações entre eles. “É uma combinação de fatores: está moda, é divertido e exibe o carinho pelas pessoas da família de uma forma positiva”, completa.


Exibicionismo
Mas nem todos acham que a moda é tão inocente assim. A psicóloga, psicoterapeuta e coach Mariah Bressani afirma que o sucesso da atitude de estampar uma representação da própria felicidade familiar no automóvel demonstra o nível de exibicionismo dos tempos atuais. Os adesivos seriam uma consequência do movimento já visto nas redes sociais.
“As pessoas colocam o que estão fazendo em suas páginas em tempo real. O carro é mais uma maneira de mostrar para o mundo algo que deveria ser pessoal. A cultura de hoje tem esse excesso de exposição e exibicionismo. É preocupante. Precisamos nos questionar a razão disso tudo.” Ela continua: “O que uma pessoa ganha expondo sua família dessa forma? Vejo muito mais riscos, com relação à segurança das pessoas, do que ganho.”
Foto: Amana Salles/ Fotoarena Ampliar
Germano mostra algumas das opções de seu catálogo
História
O primeiro casal colado na traseira de um carro era formado pelo próprio Germano e a esposa, Susan, em 2005. Ele diz que o modelo não chamou muita atenção. Mas no início de 2009, a família cresceu. E a ideia da “Família Feliz”, como vemos hoje nos carros, surgiu na decoração do quarto do filho de Germano. Ele, que já confeccionava adesivos em geral, e a esposa enfeitaram o local aplicando adesivos decorativos com tema medieval, o que incluía castelos, soldados e um brasão.
Foi então que o casal resolveu “atualizar” o carro: fizeram novos modelos que incluíam o bebê. Depois disso, o que era para ser uma brincadeira, virou febre nacional. No início, amigos viam os adesivos e pediam que Germano fizesse para eles também. “Os primeiros 50 fizemos para amigos e de graça. Depois, até pessoas que não conhecíamos pediam. Foi então que resolvemos colocar no site para vender. Fizemos modelos genéricos, mas personalizamos qualquer pedido”, conta o designer.

Criatividade
Segundo Germano, o melhor período das vendas foi de outubro do ano passado a janeiro deste ano. A empresa chegou a vender mais de 10 mil adesivos da “Família Feliz” por mês. Cada um custa entre R$2,00 e R$5,00. Gradualmente, as vendas diminuíram. Hoje, são comercializados cerca de seis mil por mês. “Como nós personalizamos o produto exatamente como o cliente quer, ainda conseguimos nos diferenciar. Dia desses recebi um pedido de uma mulher que deseja mechas californianas no desenho. Sem problemas!”, afirma.

A previsão do designer é que o mercado ficará saturado para os adesivos genéricos em breve. Ele acredita que a personalização, no entanto, veio para ficar. “Agora o pessoal está começando a soltar a criatividade. Fiz alguns adesivos interessantes como o de uma sogra sem cabeça. Também fiz alguns mais tristes, como o marido falecido e uma menininha que morreu – ambos personalizei com asas”, conta.

Segurança
A discussão em torno da exposição excessiva da família é inevitável. A psicóloga Marina Vasconcellos alerta para o fato de que é preciso pesar se vale a pena expor a composição da sua família. “A vítima fica mais acessível. Colocar uma mãe e filhos, por exemplo, pode indicar que naquele carro não vai ter um homem. Alguns podem achar mais fácil de assaltar. Infelizmente não se pode ter certeza de que as informações não serão utilizadas contra você.”

A paisagista Cristina Campos, 34, tem uma visão diferente. “Eu acredito que se uma pessoa quer saber mais sobre sua vida, não é um adesivo que vai te denunciar. Sinceramente não acredito que os assaltos aconteçam porque você colou adesivos no seu carro”, avalia.

Há um mês Cristina adquiriu a família toda: esposa, marido, filho de seis anos, filha de três e cachorro. O grande diferencial dos adesivos originais para os produtos piratas, em sua opinião, é a personalização. “Eles fazem do jeito que a gente é. Tudo me agradou. Os vasos, que fazem referência a minha profissão, também foram colados no carro. Todos os detalhes me conquistaram definitivamente. Não quero tirá-los tão cedo.”

Fonte: delas

É impossível ser feliz sozinho ?

Foto: Getty Images Ampliar
Interagir com outras pessoas é essencial para o bem-estar, segundo especialistas
“A dor da solidão é uma ferida profundamente perturbadora”, afirma o pesquisador John Cacioppo, professor de psicologia da Universidade de Chicago e um dos mais renomados pesquisadores sobre solidão dos Estados Unidos. A afirmação consta no livro Solidão, recém lançado pela Editora Record, que traz um amplo estudo sobre um ‘estado’ que causa temor em muita gente: ‘o sentir-se sozinho’. “A solidão remete à angústia da separação e faz parte do ser humano temer o desamparo”, comenta a psicóloga do Hospital Samaritano de São Paulo, Luana Viscardi.

Segundo o livro, o isolamento social tem um impacto na saúde comparável ao efeito da pressão sanguínea alta, da falta de exercícios, da obesidade e do cigarro. O estudo que deu origem ao livro utilizou exames de ressonância magnética para estudar as conexões entre isolamento social e atividade cerebral. E o resultado é que, em pessoas mais sociáveis, uma região do cérebro conhecida como estriato ventral ficou muito mais ativa quando elas observavam imagens de pessoas em situações agradáveis. O mesmo não ocorreu nos cérebros de pessoas solitárias. Vale destacar que o estriato ventral é uma região importante para o cérebro, em especial para o aprendizado, ativada por estímulos que os especialistas chamam de recompensas primárias (como a comida) e recompensas secundárias (como o dinheiro). A convivência social e o amor também podem ativar a região.

A dor da solidão é psíquica
Exagero? Que nada! Para Margareth dos Reis, Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e psicóloga do Instituto H. Ellis, de São Paulo, a sensação de vazio provocada pela solidão pode desenvolver sintomas sérios. “Depressão, compulsão por comida e alcoolismo podem entrar nessa lista”, confirma Margareth. Já Luana explica que a dor da solidão não é física, e sim psíquica. “Mas, ao se sentir sozinha, a pessoa pode ser levada à angústia e daí ter reações físicas como tontura, sudorese e coração acelerado”, completa. 

Para tratar o problema, em casos mais amenos, o acompanhamento psicológico pode ajudar. Se o individuo já estiver em um nível mais crônico, apresentando um quadro depressivo, por exemplo, pode necessitar de medicamentos. Isso porque, de acordo com a pesquisa apresentada no livro, os seres humanos são muito mais entrelaçados e interdependentes – em termos fisiológicos e psicológicos – do que se supõe. “O ser humano precisa do contato social, pois isso é benéfico para ele perceber seu potencial, aprender, crescer e trocar experiências”, diz Margareth.

Dificuldade de interagir
No entanto, cada vez mais a conectividade está sob risco. “Há uma enorme oferta de atividades, porém existe uma superficialidade nos relacionamentos”, alerta Margareth. Para ela, quem vive nas grandes metrópoles sofre ainda mais com isso. “As pessoas não conseguem se identificar com as outras, estão sempre reclamando de falta de tempo, vivem na correria e usam isso para justificar a dificuldade de interagir”, acrescenta a psicóloga. Além disso, segundo ela, existem as redes sociais na Internet que conquistam cada vez mais seguidores e, muitas vezes, criam uma ilusão. “Há pessoas que têm uma rede de contato extensa, mas não têm intimidade com ninguém. Se quiser uma companhia para ir ao cinema, por exemplo, não consegue contar com alguém desta lista virtual”, condena Margareth.

Em contrapartida, Luana defende que não dá apenas para enxergar os contatos virtuais de forma negativa. “Tudo depende da forma como cada um utiliza essa ferramenta. Enquanto alguns se fecham neste mundo ilusório, outros usam isso para ampliar trocas e reencontrar verdadeiras amizades.” A superficialidade também está fora do virtual. “Nas grandes cidades, por exemplo, estão todos centrados no trabalho e, após o expediente, nem sempre ocorre esta troca”, destaca Luana.

A versão positiva
John Cacioppo explica em seu estudo que, para um ser da nossa espécie, a saúde e o bem-estar requerem que o indivíduo esteja satisfeito e seguro em seus laços com outras pessoas. Seria uma forma de ‘não se sentir só’. E Margareth acrescenta que um indivíduo solitário não pode se deixar cair nessa rotina empobrecida, de isolamento e confinamento de vida. “Se não reagir logo, a pessoa pode ficar depressiva e indisposta para reverter o caso”, avalia. “Nada substitui a presença de alguém, o contato”, afirma Margareth.

Embora a solidão esteja sempre atrelada a um sentimento negativo, ela também apresenta sua versão positiva. Pelo menos é o que defendem os especialistas. “Se fechar para balanço ou ter um momento de recolhimento é muito positivo para qualquer pessoa”, diz Margareth. Para Luana, este pode até ser um processo doloroso, porém de enorme importância para o crescimento pessoal. “Isso apenas não pode se tornar constante”, lembra Margareth. Segundo a obra, “quase todos sentem as pontadas da solidão em algum momento”. E este sentimento pode ser algo breve e superficial, como ser o último escolhido para uma brincadeira – ou algo agudo e severo -, como a perda de um ente querido. “Este tipo de solidão faz parte da vida de qualquer pessoa”, avalia Margareth.
 
Fonte:delas.ig

Famosas dizem que sexo não é mais importante para suas vidas

Patricia Zwipp

Não considera mais sua vida sexual importante como antes? Pois saiba que não está sozinha. De acordo com um artigo publicado no jornal Daily Mail, da colunista sexual Karen Krizanovich, algumas famosas também pensam assim.
O texto, que discute o motivo de o sexo não ser mais sexy, afirmou que a ex-mulher do ator americano Kelsey Grammer, Camille, disse-lhe que não se preocupava mais com sexo. A atriz americana Courteney Cox, conhecida pelo personagem Monica de Friends, seria mais uma das que teriam falado que o ato não tem a importância de antes. O ex-marido da atriz, David Arquette, revelou após a separação que não faziam sexo havia quatro meses.
A atriz americana Courteney Cox, conhecida pelo personagem Monica de  Friends , seria mais uma das que teriam deixado o sexo de lado. Depois de se .... Foto: Getty ImagesA lista conta ainda com a atriz e cantora britânica Patsy Kensit, que declarou não se sentir como um ser sexual e estava bem com isso. A atriz americana Chloe Sevigny não está interessada em sexo porque seria mais "autoconsciente agora".
Vale lembrar que uma pesquisa com americanas para a revista Fitness revelou que 51% das mulheres ficariam um ano sem transar se isso significasse que poderiam ser magras. Coincidência ou não, todas as celebridades que não se importam com sexo estão com a silhueta em dia.

O casamento de Courtney Cox pode ter acabado por falta de sexo
Foto: Getty Images







Fonte:mulher.terra

Quem paga o casamento ainda é o pai da noiva?

Se tudo for acordardo anteriormente, não rolará stress. 
Foto Aline Machado

Esse é um assunto um tanto quanto delicado e, por isso, os noivos devem decidir todos os detalhes do orçamento antes de começar a gastar. Há sempre uma polêmica quando se trata de quem deve pagar o casamento.
Em famílias tradicionais ainda têm o costume da família da noiva assumir os gastos da cerimônia e da festa de casamento, deixando para o noivo a lua de mel e a casa ou apartamento onde irão morar os noivos. Mas os tempos são outros. As tradições já não são mais regras a serem seguidas. Se a família quiser ajudar, é importante conversar individualmente com cada familiar, para saber como cada um pode ajudar e qual será o orçamento final disponível. Afinal, nesta hora toda ajuda é bem vinda, já que um casamento não é assim tão barato.
Atualmente os noivos possuem total liberdade em decidir como serão divididos os gastos e se preferem bancar toda a comemoração sem a ajuda dos pais. Quando a família não pode ajudar, a divisão do orçamento pode ser dividida entre os noivos.
Para aqueles casais mais independentes financeiramente, comece a poupar uma quantia por mês. Depois de decidir todos os serviços e fornecedores que serão necessários, definam um valor médio para que vocês possam dividir as contas sem surpresas ao final. Você pode ainda envolver os amigos na divisão de funções a fim de diminuir serviços pagos. O mais importante para um casal que vai bancar seu próprio casamento é planejar algo de acordo com o seu bolso.
Depois desta questão resolvida aproveite cada momento da preparação do casamento, apesar de cansativo, será uma das melhores fases da sua vida!

Fonte:zankyou

Saiba se você está se relacionando com um psicopata

Na novela das nove, Insensato Coração, Léo (Gabriel Braga Nunes) está, pela segunda vez, se aproximando de uma mulher para seduzir, conseguir vantagens, enganá-la e depois sumir. De caráter duvidoso e com ciúme doentio em relação ao irmão, ele comete delitos, passa o próprio pai para trás, mente descaradamente e, até já cometeu seu primeiro assassinato. Mas, sua história mais marcante na novela, tem sido em relação ao golpe que deu em Norma (Gloria Pires), e que, agora, está prestes a repetir com Carmem (Nívea Maria) que também deve ser envolvida e passada para trás.
Pois a ficção está trazendo para a telinha uma situação que vem sendo vivida por muitas mulheres na vida real. Elas convivem com um psicopata, sem saber o risco que estão correndo. Deixam que ele a seduza e são manipuladas. Acreditam em tudo que ele diz e depois se vêem passadas para trás. Se você reconhece esta situação em sua vida, de alguma maneira, acompanhe as principais características da doença para saber como identificar o perigo e buscar ajuda:

- Encanto superficial e manipulação
O psicopata gosta de seduzir para  manipular as pessoas. Ele as usa e, quando não lhe servem mais,  descarta-as.Talvez seja esse processo de coisificação a chave para compreendermos a absoluta falta de sentimentos do psicopata para com seus semelhantes, ou para com os sentimentos de seu semelhante.

- Mentiras sistemáticas e comportamento fantasioso
O psicopata utiliza a mentira como uma ferramenta de trabalho. Ele mente olhando nos olhos e com atitude completamente neutra e relaxada. Ele sabe que está mentindo, não se importa, não tem vergonha ou arrependimento, nem sequer sente desprazer quando mente. Sua personalidade é narcisística, quer ser admirado, quer ser o mais rico, mais bonito, melhor vestido. Assim, ele tenta adaptar a realidade à sua imaginação, a seu personagem do momento. Ele pode converter-se no personagem que sua imaginação cria propondo a todos a sensação de que estão, de fato, em frente a um personagem verdadeiro.

3 – Ausência de Sentimentos Afetuosos
O psicopata tem, desde criança, um acentuado desapego aos sentimentos e um caráter dissimulado. Essa pessoa não manifesta nenhuma inclinação ou sensibilidade por nada e mantém-se normalmente indiferente aos sentimentos alheios. Os laços sentimentais habituais entre familiares não existem nos psicopatas. Além disso, eles têm grande dificuldade para entender os sentimentos dos outros, mas, havendo interesse próprio, podem dissimular esses sentimentos socialmente desejáveis. Na realidade são pessoas extremamente frias, do ponto de vista emocional.

4 – Amoralidade
Os psicopatas são portadores de grande insensibilidade moral, faltando-lhes juízo e consciência morais, bem como noção de ética.

5 – Impulsividade
Também por debilidade do superego e por insensibilidade moral, o psicopata não tem freios eficientes à sua impulsividade. A ausência de sentimentos éticos e altruístas, unidos à falta de sentimentos morais, impulsiona o psicopata a cometer brutalidades, crueldades e crimes. Essa impulsividade reflete também um baixo limiar de tolerância às frustrações, refletindo-se na desproporção entre os estímulos e as respostas, ou seja, respondendo de forma exagerada diante de estímulos mínimos e triviais.

6 – Incorregibilidade
Dificilmente, ou nunca, o psicopata aceita os benefícios da reeducação, da advertência e da correção. Podem dissimular, durante algum tempo, seu caráter torpe e anti-social, entretanto, na primeira oportunidade, voltam à tona com as falcatruas de praxe.

7 – Falta de Adaptação Social
Já nos primeiros contatos sociais, o psicopata manifesta uma certa crueldade e tendência a atividades delituosas. A adaptação social também fica comprometida, tendo em vista a tendência acentuada do psicopata ao egocentrismo e egoísmo, características estas percebidas pelos demais e responsável pelas dificuldades de sociabilidade. Mesmo no meio familiar o psicopata tem dificuldades de adaptação. Durante o período escolar, tornam-se detestáveis tanto pelos professores quanto pelos colegas, embora possam dissimular seu caráter sociopático durante algum tempo. Nos empregos, a inconstância é a característica principal.


Fonte pesquisada: blog Psicopatas
Foto: Divulgação/TV Globo